Maioria dos pacientes que importa remédios canábicos faz musculação

Joao Pedro • 22 de junho de 2026

Uma pesquisa inédita da Blis Data 2026, a maior base de dados sobre pacientes canábicos da América Latina, aponta a musculação como a principal atividade praticada por quem faz esse tipo de tratamento com produtos importados. Ela aparece no topo da lista das modalidades mais populares, com 44%.

Levantar peso para trabalhar os músculos fica em primeiro lugar com forte predominância, já que a segunda colocada, a caminhada, soma apenas 9%. Corrida e pilates respondem, respectivamente, por 8,4% e 8%.

Na quinta colocação fica o ciclismo (6%). Em uma relação mais longa, de 10 posições, o futebol figura em penúltimo, isto é, 9º lugar.

A maioria (54%) dos participantes se exercita de três a cinco vezes por semana. Um quinto (20%) mantém-se ativo diariamente.

A Blis Data 2026 revela ainda as queixas mais comumente relatadas pelos pacientes canábicos. São elas: perda de foco (1°), sono ruim (2°) e estresse matinal (3°).


Outro dado importante diz respeito à utilização casada do medicamento canábico com outros, convencionais. Nesse caso, a parcela é de mais de 54%. 

A plataforma elaborou o levantamento após filtrar mais de 75 mil cadastros seus, limitando-se a analisar somente os hábitos do grupo não sedentário, majoritário e que totaliza mais de 47 mil pessoas. Os cadastros são feitos voluntariamente e incluem questões sobre aspectos emocionais concernentes ao uso de medicamentos à base de cannabis sativa.


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Por Douglas baltazar 22 de junho de 2026
Secretaria Municipal de Assistência e Prevenção às Drogas levou 40 famílias participantes da iniciativa que trabalha a prevenção e o fortalecimento dos vínculos Um passeio de 40 famílias ao município do Rio de Janeiro, com direito a visita ao Cristo Redentor, Museu do Amanhã e Praia de Copacabana, encerrou com chave de ouro o oitavo ciclo do programa “Famílias Fortes” realizado em Volta Redonda. A iniciativa do Governo Federal, coordenada pela Secretaria Municipal de Assistência e Prevenção às Drogas (Semapred) no município, envolveu, ainda, encontros no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Três Poços com as famílias participantes, trabalhando o cuidado, aprendizado e fortalecimento de vínculos. O psicólogo Antônio Morais, da Semapred, falou sobre a importância do passeio como conclusão do ciclo. “Uma manhã maravilhosa para trazer as famílias que participam do programa. Um momento de muita alegria, muita diversão e, principalmente, para trazer essas famílias para o lugar onde elas merecem estar. Um lugar de acessibilidade, de participação e para desfrutar de um momento tão maravilhoso com essa paisagem”, explicou Antônio, mostrando a paisagem do Rio de Janeiro vista dos pés do Cristo Redentor. Mães participantes dos encontros, Daniele Conceição de Souza Nogueira e Sulamita Aparecida Fonseca elogiaram a iniciativa e a oportunidade da viagem para conhecer os famosos pontos turísticos e reforçar a integração entre as famílias “O programa foi um presente pra gente. Esse fortalecimento de vínculo familiar. E de bônus, esse passeio incrível, que tem um gostinho de família, porque a gente está aqui com os laços que a gente criou dentro do grupo, com mulheres e seus filhos. Então foi muito especial esse passeio”, afirmou Sulamita. “É inexplicável a experiência de estar aqui com o grupo, foram ótimas as reuniões e para ‘lacrar’: essa viagem maravilhosa. Se você puder, venha com a sua família, participe você também”, completou Daniele. Os adolescentes também curtiram o passeio, onde puderam aprender, interagir entre eles e reforçar os vínculos familiares. “Eu achei muito legal, quero vir mais, vir com a minha família foi muito interessante”, falou Agatha Monique Queiroz Neto, de 12 anos. “Foi muito legal. Eu aprendi como minha família é tão importante e estou aqui”, destacou Gabriel Davi Duarte dos Santos, de 13 anos. O diretor-técnico da Semapred, Vinícius Silva, acompanhou o grupo na viagem ao Rio e falou sobre o momento, que proporcionou prevenção com experiência cultural às famílias. “Trazendo essa mensagem de trabalhar essas habilidades emocionais, as habilidades do adolescente e fazer com que a família leve pra casa esse momento, troquem entre eles esse afeto e cada vez mais se sintam fortalecidos como família”.

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