Final da Libertadores: Volta Redonda terá telão para exibição da partida entre Palmeiras e Flamengo

Douglas baltazar • 24 de novembro de 2025

Jogo terá início às 18h; programação começa mais cedo, às 16h, com apresentação do Pagode do Vaguin. Semop definiu estratégias de segurança para o evento na Praça Brasil

A Praça Brasil, na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda, será palco de uma grande festa para os torcedores acompanharem a final da Conmebol Libertadores entre Palmeiras e Flamengo, no sábado (29). O evento é organizado pela Embaixada Fla-VR e conta com apoio da Prefeitura de Volta Redonda e do vereador Renan Cury.

Um telão será instalado para transmissão ao vivo da partida, que terá início às 18h, mas a programação começa mais cedo, às 16h, com apresentação do Pagode do Vaguin, que promete animar o público presente.

“Atendemos a pedidos de inúmeros torcedores de nossa cidade e estamos prevendo um evento com famílias inteiras reunidas no coração da Vila Santa Cecília. Que todos possam compartilhar desse momento de festividade em harmonia, com segurança”, afirmou o prefeito Antonio Francisco Neto.

Segurança

A Secretaria Municipal de Ordem Pública de Volta Redonda (Semop) definiu, em reunião de planejamento operacional realizada na sede da Semop, estratégias de segurança para a transmissão da final da Libertadores. A expectativa é que o evento reúna cerca de 3 mil pessoas e ruas do entorno serão fechadas.

“Nosso objetivo é garantir que a festa do esporte aconteça com tranquilidade e segurança para todos. Estamos integrando esforços para que a transmissão da partida ocorra de forma organizada e sem qualquer incidente, como tem sido os eventos em Volta Redonda. Que as pessoas possam ir até o local com espírito de celebração”, disse o secretário municipal de Ordem Pública, Coronel Henrique.

Além de Coronel Henrique, a reunião contou com a presença do comandante da Guarda Municipal, Silvano de Paula; do capitão da Polícia Militar, Diego Barbosa, representando o 28º BPM (Batalhão de Polícia Militar); do coordenador e subcoordenador da Operação Segurança Presente em Volta Redonda, major José Eduardo Silvério e o sargento Bruno Fusco, respectivamente; e os representantes das torcidas do Flamengo: Washington Macedo (Embaixada Fla-VR), Reinan Oliveira (Raça Rubro-Negra) e Pedro Henrique de Oliveira (Torcida Jovem Fla).

Foto de divulgação – Secom/PMVR.


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Por Joao Pedro 13 de julho de 2026
Após 15 anos de organização, resistência e mobilização comunitária, a Ocupação 9 de Novembro realizou, neste domingo (12), o Arraiá da Resistência, celebrando uma das maiores conquistas de sua história: a construção de 56 unidades habitacionais por meio do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades. O encontro reuniu moradores, lideranças populares, representantes de instituições e movimentos sociais em um ambiente de confraternização, cultura popular e reafirmação do direito à moradia digna. A festa foi marcada por apresentações culturais, momentos de integração entre as famílias e reflexões sobre a importância das políticas públicas habitacionais construídas com participação popular. Para os moradores, o Arraiá simbolizou muito mais que uma celebração junina: representou a vitória da perseverança diante de anos de incertezas e dificuldades. A coordenadora nacional do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), Maria de Lourdes da Fonseca (Ludinha), destacou que a conquista é fruto da organização coletiva das famílias e da persistência do movimento. Ela ressaltou que o programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades demonstra que a participação popular é fundamental para garantir moradias de qualidade e fortalecer a cidadania. Ludinha também recordou o apoio recebido ao longo da caminhada, destacando a atuação do Procurador da República Júlio Araújo, que, ainda como juiz federal, acompanhou momentos importantes desse processo. Representando Petrópolis, a vereadora Júlia Casamasso (PSOL) participou da atividade para conhecer a experiência da Ocupação 9 de Novembro. Segundo ela, seu município enfrenta um déficit habitacional superior a 70 mil pessoas, muitas vivendo em áreas de risco e vulneráveis aos frequentes desastres socioambientais. A parlamentar afirmou que iniciativas como a desenvolvida em Volta Redonda servem de referência para fortalecer a luta por políticas públicas de habitação construídas com participação popular e planejamento urbano.

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