Orquestra de Cordas de Volta Redonda participa da 26ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea, no Rio de Janeiro

Douglas baltazar • 24 de novembro de 2025

Concerto do grupo do projeto Volta Redonda Cidade da Música será na Sala Cecília Meireles, nesta quarta-feira (26)

A Orquestra de Cordas de Volta Redonda vai participar da XXVI Bienal de Música Brasileira Contemporânea, promovida pela Fundação Nacional de Artes (Funarte) e pelo Ministério da Cultura (MinC), no Rio de Janeiro. A edição, que começou no último sábado, dia 22, e vai até 28 de novembro, próxima sexta-feira, celebra os 50 anos tanto da Bienal quanto da própria Funarte, e reúne 50 obras que marcaram a história do evento, lançado em 1975.

O grupo do projeto Volta Redonda Cidade da Música (VRCM) vai se apresentar – a convite da Funarte e da Academia Brasileira de Música (ABM) – na Sala Cecília Meireles, nesta quarta-feira, dia 26, às 19h, sob regência da maestra Sarah Higino. No repertório estão obras de Alfredo Barros, Raul do Valle, Nestor de Hollanda, Ernani Aguiar e Alexandre Schubert.

A programação completa da bienal conta com oito concertos — três de música de câmara, quatro de música orquestral e um de obras eletroacústicas – na Sala Cecília Meireles e no Espaço Guiomar Novaes. Todas as apresentações terão transmissão ao vivo pelo canal da Funarte no YouTube.

A Orquestra de Cordas do projeto ‘Volta Redonda Cidade da Música’ participou da 25ª edição da Bienal de Música Brasileira Contemporânea, promovida pela Funarte em 2023. “Tivemos a honra de abrir a XXV Bienal, também na Sala Cecília Meireles, um dos espaços mais emblemáticos do cenário musical brasileiro”, lembrou a maestra Sarah Higino.

“O concerto foi um sucesso absoluto, com um resultado fantástico que conquistou não apenas o público, mas também o apreço da presidente da Funarte, Maria Marighella, que esteve presente, assim como sua equipe diretiva”, reforçou Sarah, que espera repetir o sucesso nesta edição da bienal.

Projeto

O projeto Volta Redonda Cidade da Música é mantido pela prefeitura e beneficia cerca de quatro mil alunos da rede municipal de ensino – Secretaria Municipal de Educação (SME) e Fevre (Fundação Educacional de Volta Redonda). Também criado há 50 anos, pelo maestro Nicolau Martins de Oliveira, o “Cidade da Música” inclui Orquestra de Cordas, Banda Mini, Banda de Metais, Banda de Concerto, Coro Infantojuvenil, Coro Misto, Orquestra de Violinos e Orquestra de Violoncelos.

Fotos de arquivo: Ana Clara Miranda.
Secom/PMVR


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Por Joao Pedro 13 de julho de 2026
Após 15 anos de organização, resistência e mobilização comunitária, a Ocupação 9 de Novembro realizou, neste domingo (12), o Arraiá da Resistência, celebrando uma das maiores conquistas de sua história: a construção de 56 unidades habitacionais por meio do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades. O encontro reuniu moradores, lideranças populares, representantes de instituições e movimentos sociais em um ambiente de confraternização, cultura popular e reafirmação do direito à moradia digna. A festa foi marcada por apresentações culturais, momentos de integração entre as famílias e reflexões sobre a importância das políticas públicas habitacionais construídas com participação popular. Para os moradores, o Arraiá simbolizou muito mais que uma celebração junina: representou a vitória da perseverança diante de anos de incertezas e dificuldades. A coordenadora nacional do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), Maria de Lourdes da Fonseca (Ludinha), destacou que a conquista é fruto da organização coletiva das famílias e da persistência do movimento. Ela ressaltou que o programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades demonstra que a participação popular é fundamental para garantir moradias de qualidade e fortalecer a cidadania. Ludinha também recordou o apoio recebido ao longo da caminhada, destacando a atuação do Procurador da República Júlio Araújo, que, ainda como juiz federal, acompanhou momentos importantes desse processo. Representando Petrópolis, a vereadora Júlia Casamasso (PSOL) participou da atividade para conhecer a experiência da Ocupação 9 de Novembro. Segundo ela, seu município enfrenta um déficit habitacional superior a 70 mil pessoas, muitas vivendo em áreas de risco e vulneráveis aos frequentes desastres socioambientais. A parlamentar afirmou que iniciativas como a desenvolvida em Volta Redonda servem de referência para fortalecer a luta por políticas públicas de habitação construídas com participação popular e planejamento urbano.

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