Buscando a liderança do Brasileiro, Flamengo enfrenta o São Paulo

Douglas baltazar • 5 de novembro de 2025

Partida será disputada, a partir das 21h30, na Vila Belmiro

O Flamengo visita o São Paulo, na noite desta quarta-feira (5) no estádio da Vila Belmiro, em Santos, pela 32ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. E o Rubro-Negro chega a este confronto, que terá início às 21h30 (horário de Brasília), com o objetivo claro de alcançar uma vitória que o permita alcançar a liderança da classificação da competição.

Em caso de triunfo na partida, que terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional, o time da Gávea alcançará os 67 pontos, dois a mais do que o atual líder Palmeiras, que, na próxima quinta-feira (6), enfrenta o Santos no Allianz Parque.

O São Paulo tem o mando de campo deste jogo. Mas, ao invés de o disputar em sua casa, o Morumbis, o Tricolor Paulista irá realizá-lo (por razões comerciais) na Vila Belmiro, a casa do Santos. Segundo o técnico Filipe Luís, esta não será uma dificuldade para sua equipe: “Acredito que o São Paulo esteja mais confortável na Vila do que nós, pois eles atuam mais lá do que nós. Isso acontece conosco também, pois, às vezes, levamos jogos para Brasília. Não é que estamos acostumados, mas mais ambientados”.

Para o jogo contra o São Paulo o Flamengo tem um grande problema, definir o jogador que atuará como referência no ataque. Isso porque Pedro está em processo de recuperação de fratura sofrida no antebraço direito. Além disso, não poderá contar com Bruno Henrique, que marcou dois gols na vitória de 3 a 0 sobre o Sport pela última rodada do Brasileiro. O camisa 27 do time da Gávea está suspenso por acúmulo de cartões amarelos.

Uma possível escalação do Flamengo para a partida é: Rossi; Emerson Royal, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, De la Cruz e Arrascaeta; Luiz Araújo, Plata e Samuel Lino.


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Por Joao Pedro 21 de agosto de 2026
As empresas brasileiras passarão a ser obrigadas a identificar e tomar medidas para garantir a saúde mental e a segurança dos trabalhadores. É o que estabelece a Norma Regulamentadora 1 (NR-1). As sanções previstas às empresas que descumprissem a norma passariam a vigorar este mês, mas uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a aplicação de multas outras sanções. A aplicação da NR-1 foi um dos assuntos tratados no seminário Entre a norma e o real: desafios e perspectivas do mundo do trabalho, que ocorre nesta quinta-feira (20) e sexta-feira (21), na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. A NR-1 entrou em vigor em 26 de maio deste ano e passou a abranger os fatores de riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. “A norma obriga as empresas a identificar quais são os riscos para a saúde e a segurança dos trabalhadores e a tomar medidas de controle”, disse à Agência Brasil o auditor-fiscal do Trabalho Airton Marinho, representante da DS-MG/SINAIT, que mediou o debate sobre o assunto. A NR-1 é uma norma de 2022, que teve a aplicação adiada em 2024 e 2025 e entrou em vigor em maio de 2026. Em junho, entretanto, uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu por 90 dias o efeito da norma na parte relacionada aos riscos psicossociais. Esta semana, por unanimidade, o Plenário do STF referendou a decisão do ministro André Mendonça que suspendeu a aplicação de multas e outras sanções ligadas à inclusão de fatores de riscos psicossociais nas regras de gerenciamento de riscos no ambiente de trabalho. Saúde mental Dados da Previdência Social mostram que foram concedidos 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais em 2025, aumento de 15,66% em relação ao ano anterior. Os grupos de diagnósticos mais frequentes em 2025 foram os transtornos ansiosos e os episódios depressivos. Os números não significam, entretanto, que todos os afastamentos tenham sido causados pelo trabalho. Eles ajudam a dimensionar o crescimento do adoecimento mental e reforçam a importância de discutir os fatores presentes na organização e nas condições de trabalho. Airton Marinho informou que, na Europa, onde, teoricamente, as condições de trabalho são melhores do que as brasileiras, 19% dos afastamentos por doença mental são relacionados ao trabalho. “Se a gente colocar esse item aqui, você vai ter uma ideia da dimensão disso no Brasil que, provavelmente, é até maior”, afirmou.

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