Ancelotti diz que Brasil fez um jogo muito bonito diante de Senegal

Douglas baltazar • 16 de novembro de 2025

Técnico italiano destacou o ótimo momento do atacante Estêvão

O italiano Carlo Ancelotti elogiou a atuação da seleção brasileira na vitória de 2 a 0 sobre o Senegal, em partida amistosa disputada neste sábado (15) no Emirates Stadium, em Londres. Segundo o comandante do Brasil, a equipe fez um “jogo muito bonito”.

“Foi um jogo muito bonito, com sacrifício e concentração a nível defensivo. Gostei do trabalho feito, do sacrifício, dessa ideia do jogo que queríamos fazer bem com qualidade, concentrados defensivamente, e todos os jogadores trabalharam muito bem. Muita pressão na primeira parte, controle na segunda parte, porque não precisamos da pressão muito alta como na primeira parte. A qualidade dos jogadores na frente fez a diferença”, declarou o italiano.

Na entrevista coletiva após a vitória brasileira, Carlo Ancelotti destacou o ótimo momento do atacante Estêvão. O jogador do Chelsea (Inglaterra), que marcou o primeiro gol da vitória deste sábado, marcou quatro vezes em seis jogos pela seleção brasileira: “É uma surpresa ver um jogador tão jovem com esse tipo de talento. É muito preciso e muito contundente. O Brasil com ele tem um futuro garantido”.

Na próxima terça-feira (18) a equipe de Carlo Ancelotti terá mais uma oportunidade de realizar testes para a Copa do Mundo de 2026, quando enfrentará a Tunísia, a partir das 16h30, no Decathlon Stadium, em Lille (França).




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Por Joao Pedro 28 de maio de 2026
A proposta de emenda à Constituição (PEC), aprovada na Câmara dos Deputados nessa quarta-feira (27), acaba com a escala 6x1 , instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial. O relatório permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. Deve ser mantido, no entanto, o número de folgas remuneradas em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês. A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5x2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho. A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. A proposta agora segue para análise do Senado, onde precisa ser votada em dois turnos. A transição Se aprovada no Senado, a implementação terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada. Para todos os demais trabalhadores, em 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas terão que garantir a escala 5x2, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais. Dose meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas. No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana. Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em 5 dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra. Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6x1: - escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); - redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias) - jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5x2 (em 14 meses).

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