VOLTA REDONDA É ESCOLHIDA PARA SEDIAR FESTIVAL PARALÍMPICO 2024

Douglas baltazar • 3 de abril de 2024

Cidade recebe evento pelo quarto ano consecutivo. Atividade é destinada a crianças e jovens de 8 a 17 anos, com e sem deficiência

Com a tradição de realizar grandes eventos esportivos, Volta Redonda vai sediar por mais um ano consecutivo o Festival Paralímpico Loterias Caixa, edição 2024. A cidade está entre as escolhidas e anunciadas nesta semana pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio da sua Diretoria de Desenvolvimento Esportivo. O festival, que será realizado pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel) – sob a chancela do CPB –, acontecerá em duas etapas. A primeira será no dia 21 de setembro (véspera do Dia Nacional do Atleta Paralímpico) e a segunda, 3 de dezembro (Dia Internacional das Pessoas com Deficiência).

“Já é o quarto ano consecutivo que vamos sediar o Festival Paralímpico, que já está se tornando uma tradição esportiva em Volta Redonda. E mais uma vez estaremos com a cidade preparada para essa grande ação, que promove a experimentação esportiva, de forma lúdica, a crianças com e sem deficiência, promovendo também a inclusão”, destacou a secretária municipal de Esporte e Lazer, Rose Vilela, lembrando que as atividades acontecerão na Arena Esportiva Nicolau Yabrudi (Seu Nula), no bairro Voldac.

Todas as 27 unidades federativas do Brasil (26 estados e o Distrito Federal) receberão o Festival em 2024. O evento tem o objetivo de proporcionar a crianças e jovens, de 8 a 17 anos, com e sem deficiência, a experiência de vivenciar as modalidades paralímpicas e difundir o Movimento Paralímpico em todo o território nacional.

Festival reuniu mais de 300 participantes em 2023

Com a primeira etapa realizada em maio e a segunda em setembro, o Festival Paralímpico Loterias Caixa reuniu mais e 300 participantes em 2023. A edição do ano passado contou com prática das modalidades Atletismo, Parabadminton, Vôlei Sentado e Parataekwondo (esporte que estreou nas Paralimpíadas de Tóquio, em 2021).

A primeira edição do Festival, em 2018, foi realizada em 48 cidades com a participação de mais de sete mil crianças. Em 2019, o evento teve 70 sedes e atendeu mais de 10 mil crianças. A edição de 2020 foi cancelada devido à pandemia de Covid-19.

Em 2021, o Festival Paralímpico reuniu oito mil crianças em 70 sedes espalhadas pelo país. Em 2022, o evento contou com cerca de 15 mil crianças e adolescentes em 98 cidades. Já em 2023, o Festival Paralímpico passou a ter duas edições anuais. Em maio, o evento contou com 21 mil participantes, assim como em setembro, somando um total de 42 mil inscrições acumuladas.

Fotos de arquivo – Cris Oliveira.
Secom/PMVR


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Por Joao Pedro 9 de setembro de 2026
Um novo computador quântico educacional começou a formar estudantes, pesquisadores e professores para essa nova era da tecnologia. O Triangulum II, da empresa chinesa SpinQ, desenvolvido em parceria com a empresa de tecnologia Dobslit, está instalado no DigiTech, Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicação da Firjan Senai. O equipamento é um dos três computadores quânticos educacionais existentes no Brasil e o mais moderno do país. O avanço da computação quântica abre perspectivas importantes para setores estratégicos da economia como óleo e gás, energia, telecomunicações, logística, serviços financeiros e tecnologia. Para o sistema Firjan-Senai, a tecnologia interessa à indústria porque pode, no futuro, contribuir para resolver problemas que se tornam difíceis de processar à medida que aumenta o número de variáveis envolvidas. Isso não significa, necessariamente, que computadores quânticos serão mais rápidos que os convencionais em toda e qualquer tarefa. São máquinas projetadas para trabalhar de outra maneira e com determinados tipos de problemas. Computadores tradicionais trabalham com bits, que representam 0 ou 1. Já os computadores quânticos usam qubits, que podem representar 0, 1 e mais combinações desses dois estados ao mesmo tempo. Essa característica, associada a outros fenômenos da física quântica, permite explorar determinadas possibilidades de cálculo de uma forma diferente da computação convencional. Para Firjan-Senai, a questão para a indústria não é substituir os computadores atuais, mas entender em quais problemas a computação quântica poderá oferecer vantagens e como transformar esse potencial em aplicações reais. O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, destaca que o computador quântico tem a capacidade de explorar várias alternativas simultaneamente com mais chances de encontrar soluções de forma mais rápida. “Abre perspectivas para aplicações futuras em diversas áreas, como logística, finanças, farmacêutica, bem como em soberania e segurança nacional”, disse. Caetano acrescenta que a computação quântica está em estágio inicial de adoção, mas em todo o planeta já se vê uma disputa pela formação de profissionais capazes de trabalhar com mais essa tecnologia. “A Firjan-Senai pretende construir uma base de profissionais preparados para atuar em um mercado que está ganhando escala global. O computador será utilizado na formação de estudantes, pesquisadores e profissionais em requalificação”, disse o presidente.

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