Tenda de Proximidade’ já cadastrou mais de 220 pessoas

Douglas baltazar • 6 de abril de 2024

Iniciativa da Semop visa a ampliar canais de proximidade e transformar moradores em colaboradores das forças de segurança do município


A ‘Tenda de Proximidade’, projeto da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) de Volta Redonda, já cadastrou 227 pessoas em grupos dedicados à segurança pública da cidade, informou a pasta neste sábado (6). De acordo com a secretaria, esses canais de comunicação buscam tornar cada morador um colaborador da segurança pública de Volta Redonda.


O secretário municipal de Ordem Pública, tenente-coronel Luiz Henrique Monteiro Barbosa explicou que através da ‘Tenda de Proximidade’ a pasta quer reunir moradores que queiram auxiliar as forças de segurança em grupos de mensagens de colaboração mútua.

“Acreditamos que não existe sucesso na segurança pública sem a participação da sociedade. É importante termos pessoas que queiram colaborar com a segurança; isso encurta a distância entre o problema e a solução. Eles poderão informar sobre crimes, movimentações suspeitas ou qualquer tipo de anormalidade que possa acontecer naquele bairro ou localidade. É importante frisar que esse serviço não substitui os canais de emergência, como o 190 da Polícia Militar e o 153 da Guarda Municipal; eles continuam ativos. Estamos somente ampliando os canais de comunicação”, frisou Luiz Henrique.


Nessas duas semanas, a ‘Tenda de Proximidade’ da Ordem Pública esteve em oito bairros. Na próxima segunda-feira (8) o projeto estará no bairro Vivendas do Lago, das 10h às 14h, na Praça do Zé.

“A colaboração do morador é essencial para tornar Volta Redonda mais segura e melhor para todos. É muito importante a participação popular no Sistema Integrado de Segurança Pública”, acrescentou Luiz Henrique, destacando que, caso o morador não consiga estar na tenda, pode procurar a Secretaria de Ordem Pública, na Ilha São João.


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Por Joao Pedro 9 de setembro de 2026
Um novo computador quântico educacional começou a formar estudantes, pesquisadores e professores para essa nova era da tecnologia. O Triangulum II, da empresa chinesa SpinQ, desenvolvido em parceria com a empresa de tecnologia Dobslit, está instalado no DigiTech, Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicação da Firjan Senai. O equipamento é um dos três computadores quânticos educacionais existentes no Brasil e o mais moderno do país. O avanço da computação quântica abre perspectivas importantes para setores estratégicos da economia como óleo e gás, energia, telecomunicações, logística, serviços financeiros e tecnologia. Para o sistema Firjan-Senai, a tecnologia interessa à indústria porque pode, no futuro, contribuir para resolver problemas que se tornam difíceis de processar à medida que aumenta o número de variáveis envolvidas. Isso não significa, necessariamente, que computadores quânticos serão mais rápidos que os convencionais em toda e qualquer tarefa. São máquinas projetadas para trabalhar de outra maneira e com determinados tipos de problemas. Computadores tradicionais trabalham com bits, que representam 0 ou 1. Já os computadores quânticos usam qubits, que podem representar 0, 1 e mais combinações desses dois estados ao mesmo tempo. Essa característica, associada a outros fenômenos da física quântica, permite explorar determinadas possibilidades de cálculo de uma forma diferente da computação convencional. Para Firjan-Senai, a questão para a indústria não é substituir os computadores atuais, mas entender em quais problemas a computação quântica poderá oferecer vantagens e como transformar esse potencial em aplicações reais. O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, destaca que o computador quântico tem a capacidade de explorar várias alternativas simultaneamente com mais chances de encontrar soluções de forma mais rápida. “Abre perspectivas para aplicações futuras em diversas áreas, como logística, finanças, farmacêutica, bem como em soberania e segurança nacional”, disse. Caetano acrescenta que a computação quântica está em estágio inicial de adoção, mas em todo o planeta já se vê uma disputa pela formação de profissionais capazes de trabalhar com mais essa tecnologia. “A Firjan-Senai pretende construir uma base de profissionais preparados para atuar em um mercado que está ganhando escala global. O computador será utilizado na formação de estudantes, pesquisadores e profissionais em requalificação”, disse o presidente.

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