Prefeitura de Volta Redonda promove mutirão do Cadastro Único para ampliar acesso a benefícios sociais

Douglas baltazar • 10 de abril de 2026

Ação já atendeu quase 200 famílias nos dois primeiros dias e segue ao longo do mês em diferentes bairros

A Prefeitura de Volta Redonda, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas), realizou nessa quinta-feira (9) mais uma etapa do mutirão do Cadastro Único (CadÚnico), no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Padre Josimo. A ação deu continuidade ao trabalho iniciado na quarta-feira (8), no Cras Jardim Cidade do Aço. Em apenas dois dias de atendimento, quase 200 famílias tiveram seus cadastros atualizados ou realizaram a inclusão no sistema, além da emissão da carteirinha do idoso.

A iniciativa segue ao longo do mês de abril, passando por diferentes regiões do município, sempre das 9h às 16h. O mutirão acontece no dia 13 no Cras Caieiras; no dia 17 no Cras Eucaliptal; no dia 24 no Cras Açude; e no dia 30 no Residencial Therezinha Gonçalves, empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida, localizado no bairro Belmonte.

A subsecretária de Assistência Social, Larissa Garcez, destacou a importância da ação para o município. “O mutirão do Cadastro Único é uma ação essencial para garantir que famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso a direitos básicos e às políticas públicas. Muitas vezes, por falta de tempo as famílias acabam ficando com seus cadastros desatualizados. Por isso, levamos o serviço até quem mais precisa, promovendo inclusão, acolhimento e cidadania”, afirmou.

A coordenadora do setor de Cadastro Único, Dany Ermida, reforçou o impacto direto da iniciativa no atendimento à população. “Além de ampliar o acesso a benefícios, o mutirão fortalece o vínculo entre a população e os serviços socioassistenciais. É mais do que um atendimento: é cuidado, orientação e compromisso com a dignidade das famílias”, destacou.

Fotos de divulgação – Secom/PMVR.


COMPARTILHE:

Por Joao Pedro 24 de agosto de 2026
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou nota de alerta sobre o uso sem indicação e sem acompanhamento médico de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, por crianças e adolescentes. Segundo o comunicado, o uso inadequado pode aumentar a frequência e a gravidade de eventos adversos. Entre os riscos do uso sem acompanhamento estão déficit de crescimento e desenvolvimento; desidratação e distúrbios eletrolíticos; perda de massa muscular; pancreatite aguda; e problemas na vesícula. “O uso com finalidade estética também pode servir de gatilho para transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, além de ansiedade e quadros depressivos relacionados à imagem corporal”, alertou a entidade. A SBP também contraindica a utilização de produtos sem procedência ou registro sanitário, incluindo preparações clandestinas, manipuladas ou importadas sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “As chamadas canetas emagrecedoras não devem ser utilizadas por adolescentes com peso adequado simplesmente para modificar a aparência corporal ou atingir padrões estéticos”, destacou a nota, ao citar que tais medicamentos têm indicações específicas como obesidade e diabetes tipo 2. “Mesmo diante do diagnóstico dessas doenças, a prescrição não é automática”, completou o comunicado. Na avaliação da entidade, antes de decidir pela prescrição, o médico precisa avaliar a resposta da criança ou do adolescente a intervenções farmacológicas e não farmacológicas prévias, além da gravidade da doença, da presença de comorbidades, de riscos potenciais, da capacidade de acompanhamento e das expectativas do paciente e da família. “A SBP recomenda, inclusive, substituir a expressão popular canetas emagrecedoras por medicamentos para tratar a obesidade”, destacou o comunicado, citando que a terminologia é mais precisa por reconhecer a obesidade como doença crônica, além de deixar claro que o objetivo do tratamento envolve melhorar a saúde e a qualidade de vida, não apenas a perda de peso. “Expressões associadas exclusivamente ao emagrecimento podem contribuir para a banalização do tratamento e reforçar o estigma das pessoas com obesidade que necessitam de farmacoterapia”, completou a SBP.

Ouça a notícia completa