Força-tarefa já retirou quase uma tonelada de lixo em Barra do Piraí

Sintonia do Vale • 6 de janeiro de 2025

O serviço é realizado em diversas áreas da cidade

Uma força-tarefa em Barra do Piraí já retirou quase uma tonelada de lixo, entulhos e destroços de diversas áreas da cidade. Além disso, as equipes estão realizando serviços de capina em ruas, praças e órgãos públicos. O mutirão de limpeza teve início após a prefeita Katia Miki (Solidariedade) assumir a gestão da prefeitura.
A prefeita explicou que o contrato com a empresa responsável pela coleta de lixo vai até março de 2025, e ela tem se dedicado a negociar para melhorar a qualidade do serviço.
“O ex-prefeito deixou a gestão devendo mais de R$ 7 milhões para a empresa responsável pela coleta. Ele não realizava os pagamentos desde junho do ano passado. Estamos conversando, negociando e cobrando melhorias no serviço. Além da falta de pagamento, identificamos ausência de gestão. Já conseguimos avanços, como a chegada de caminhões novos e o reforço no mutirão. A partir de agora, vamos acompanhar tudo de perto”, afirmou a prefeita.
No último sábado (4), o mutirão passou pelas ruas do Centro e pelos bairros Muqueca, Oficinas Velhas, Matadouro, além dos distritos da Califórnia, São José do Turvo e Dorândia.
“Acúmulo de lixo afeta a saúde pública. Nós vamos limpar Barra do Piraí. Podem ficar tranquilos, barrenses. Não será de um dia para o outro, mas vamos mudar a cara dessa cidade”, concluiu Katia Miki.

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Por Joao Pedro 19 de agosto de 2026
A Justiça do Trabalho decidiu suspender as demissões em massa que foram efetivadas pelas Casas Bahia em todo o país. A decisão foi proferida na noite desta terça-feira (18). A decisão foi motivada por um pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) para barrar as dispensas. Na semana passada, a varejista anunciou que está com dificuldades financeiras e que protocolou na Justiça um pedido de recuperação judicial. Cerca de 1,9 mil funcionários foram demitidos e 298 lojas foram fechadas. Ao determinar a suspensão das demissões, a juíza Katarina Roberta Mousinho de Matos, da 11ª Vara do Trabalho do Distrito Federal, entendeu que as dispensas ocorreram sem a intervenção do sindicato da categoria, medida imprescindível conforme a legislação e a jurisprudência dos tribunais trabalhistas. "A medida não impede a requerida de, concluída efetiva intervenção sindical, adotar nova decisão empresarial de redimensionamento e, se foro caso, promover dispensas. O sindicato não dispõe de poder de veto. Exige-se somente que a decisão coletiva seja precedida de informação e oportunidade real de interlocução, antes de sua implementação", decidiu a magistrada. Conforme a liminar, a empresa terá prazo de cinco dias para restabelecer os vínculos trabalhistas e incluir os funcionários na folha de pagamento. Em 48 horas, o plano de saúde e os benefícios assistenciais também deverão ser restabelecidos. 

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