ETAPA ESTADUAL DO FIRA TERÁ PARTICIPAÇÃO DE 43 EQUIPES EM VOLTA REDONDA

Matheus Suominsky • 3 de julho de 2024

Evento acontecerá nos dias 5 e 6 de julho, no Shopping Park Sul; ingressos para o evento já podem ser retirados pela internet

A etapa estadual do Fira Brasil, tradicional torneio de robótica que será disputado pelo segundo ano consecutivo em Volta Redonda, reunirá 43 equipes formadas por alunos das redes pública e privada de todo o estado do Rio de Janeiro. O evento está marcado para os dias 5 e 6 de julho, no Shopping Park Sul, e os ingressos gratuitos para assistir ao campeonato já podem ser retirados no link: https://www.sympla.com.br/campeonato-de-robotica---fira-rj__2520204.

Das equipes inscritas para o torneio, dez são de Volta Redonda. Também participarão times da cidade do Rio de Janeiro (22), de Cabo Frio (3), Angra dos Reis (2), Niterói (2), Campos dos Goytacazes (2) e Barra do Piraí (2).

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Sérgio Sodré, lembrou do sucesso do evento de 2023, que reuniu mais de 2,5 mil pessoas. “O Fira é um evento que, além de ensinar a robótica e desenvolver diversas capacidades intelectuais, promove a integração entre alunos de diferentes locais do estado do Rio. Ano passado tivemos mais de 2,5 mil pessoas presentes e a expectativa é que o sucesso se repita este ano”, disse.

O prefeito de Volta Redonda, Antonio Francisco Neto, convidou as pessoas para participarem do evento. “É muito gratificante para Volta Redonda receber novamente um grande evento como o Fira. Nossos alunos, ano passado, deram um show, com oito equipes classificadas para a etapa nacional, sendo três formadas por alunos da Rede Municipal de Ensino, e tenho certeza que desta vez não será diferente. Que todos possam participar e prestigiar este grande evento”, convidou.

Foto de Cris Oliveira – Secom/PMVR.


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Por Joao Pedro 9 de setembro de 2026
Um novo computador quântico educacional começou a formar estudantes, pesquisadores e professores para essa nova era da tecnologia. O Triangulum II, da empresa chinesa SpinQ, desenvolvido em parceria com a empresa de tecnologia Dobslit, está instalado no DigiTech, Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicação da Firjan Senai. O equipamento é um dos três computadores quânticos educacionais existentes no Brasil e o mais moderno do país. O avanço da computação quântica abre perspectivas importantes para setores estratégicos da economia como óleo e gás, energia, telecomunicações, logística, serviços financeiros e tecnologia. Para o sistema Firjan-Senai, a tecnologia interessa à indústria porque pode, no futuro, contribuir para resolver problemas que se tornam difíceis de processar à medida que aumenta o número de variáveis envolvidas. Isso não significa, necessariamente, que computadores quânticos serão mais rápidos que os convencionais em toda e qualquer tarefa. São máquinas projetadas para trabalhar de outra maneira e com determinados tipos de problemas. Computadores tradicionais trabalham com bits, que representam 0 ou 1. Já os computadores quânticos usam qubits, que podem representar 0, 1 e mais combinações desses dois estados ao mesmo tempo. Essa característica, associada a outros fenômenos da física quântica, permite explorar determinadas possibilidades de cálculo de uma forma diferente da computação convencional. Para Firjan-Senai, a questão para a indústria não é substituir os computadores atuais, mas entender em quais problemas a computação quântica poderá oferecer vantagens e como transformar esse potencial em aplicações reais. O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, destaca que o computador quântico tem a capacidade de explorar várias alternativas simultaneamente com mais chances de encontrar soluções de forma mais rápida. “Abre perspectivas para aplicações futuras em diversas áreas, como logística, finanças, farmacêutica, bem como em soberania e segurança nacional”, disse. Caetano acrescenta que a computação quântica está em estágio inicial de adoção, mas em todo o planeta já se vê uma disputa pela formação de profissionais capazes de trabalhar com mais essa tecnologia. “A Firjan-Senai pretende construir uma base de profissionais preparados para atuar em um mercado que está ganhando escala global. O computador será utilizado na formação de estudantes, pesquisadores e profissionais em requalificação”, disse o presidente.

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