Estado do Rio de Janeiro vai ganhar mais três batalhões da PM

Matheus Suominsky • 22 de julho de 2024

As novas unidades da PM serão erguidas, até 2025, na Baixada Fluminense e região Metropolitana

O Governo do Estado do Rio de Janeiro informou, no último domingo (21), que vai inaugurar três novos batalhões da Polícia Militar até de 2025. Os novos batalhões serão construídos na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu; na zona norte da capital, na comunidade do Jacarezinho; e em São Gonçalo.


A localização das novas unidades foi escolhida a partir de estudos que apontaram altos índices de roubos e furtos nessas regiões. Os batalhões serão construídos em locais estratégicos como em Nova Iguaçu, onde a unidade será erguida na parte central da cidade. Já a unidade do Jacarezinho, que faz parte do planejamento do programa Cidade Integrada, será instalada no centro da comunidade. O novo batalhão de São Gonçalo ampliará e melhorará o policiamento da região que conta com o 7º BPM.


As novas instalações terão parte do efetivo composto por militares que serão formados até o primeiro semestre do ano que vem. De acordo com o governo estadual, os batalhões serão unidades com equipamentos modernos e tecnologia de ponta, aumentando a capacidade de atendimento à população.


Foto: Divulgação/PMERJ


COMPARTILHE:

Por Joao Pedro 9 de setembro de 2026
Um novo computador quântico educacional começou a formar estudantes, pesquisadores e professores para essa nova era da tecnologia. O Triangulum II, da empresa chinesa SpinQ, desenvolvido em parceria com a empresa de tecnologia Dobslit, está instalado no DigiTech, Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicação da Firjan Senai. O equipamento é um dos três computadores quânticos educacionais existentes no Brasil e o mais moderno do país. O avanço da computação quântica abre perspectivas importantes para setores estratégicos da economia como óleo e gás, energia, telecomunicações, logística, serviços financeiros e tecnologia. Para o sistema Firjan-Senai, a tecnologia interessa à indústria porque pode, no futuro, contribuir para resolver problemas que se tornam difíceis de processar à medida que aumenta o número de variáveis envolvidas. Isso não significa, necessariamente, que computadores quânticos serão mais rápidos que os convencionais em toda e qualquer tarefa. São máquinas projetadas para trabalhar de outra maneira e com determinados tipos de problemas. Computadores tradicionais trabalham com bits, que representam 0 ou 1. Já os computadores quânticos usam qubits, que podem representar 0, 1 e mais combinações desses dois estados ao mesmo tempo. Essa característica, associada a outros fenômenos da física quântica, permite explorar determinadas possibilidades de cálculo de uma forma diferente da computação convencional. Para Firjan-Senai, a questão para a indústria não é substituir os computadores atuais, mas entender em quais problemas a computação quântica poderá oferecer vantagens e como transformar esse potencial em aplicações reais. O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, destaca que o computador quântico tem a capacidade de explorar várias alternativas simultaneamente com mais chances de encontrar soluções de forma mais rápida. “Abre perspectivas para aplicações futuras em diversas áreas, como logística, finanças, farmacêutica, bem como em soberania e segurança nacional”, disse. Caetano acrescenta que a computação quântica está em estágio inicial de adoção, mas em todo o planeta já se vê uma disputa pela formação de profissionais capazes de trabalhar com mais essa tecnologia. “A Firjan-Senai pretende construir uma base de profissionais preparados para atuar em um mercado que está ganhando escala global. O computador será utilizado na formação de estudantes, pesquisadores e profissionais em requalificação”, disse o presidente.

Ouça a notícia completa