Ecopontos de Angra recebem materiais recicláveis

Douglas baltazar • 27 de setembro de 2024

No momento, há seis em funcionamento no município, incluindo um na Vila do Abraão, na Ilha Grande


Os ecopontos dos bairros Japuíba, Belém, Frade, Jacuecanga, Monsuaba e Vila do Abraão, na Ilha Grande, estão funcionando de segunda a quinta-feira, das 7h às 17h, e na sexta-feira, das 7h às 16h, para receber voluntariamente materiais recicláveis, como plásticos, vidros e papéis.
Além do lixo reciclável, os ecopontos também recebem resíduos da construção civil, com um limite diário de descarte de 1m³ por pessoa, o que equivale a cerca de 25% do volume de uma caçamba. O ecoponto do Belém também recebe pneus.
O ecoponto da Praia do Provetá, na Ilha Grande, está em construção, e os dois do Parque Mambucaba e um no Morro do Moreno estão em processo de licenciamento. Outros locais em estudo incluem a Praia da Chácara, Cantagalo e Praia Grande. Outros 15 ecopontos, espalhados por ilhas e continente, também serão construídos.
Mesmo com o funcionamento dos ecopontos, a coleta seletiva porta a porta continua, com o caminhão passando nos bairros uma vez por semana. O descarte irregular de lixo, além da poluição visual e ambiental, pode causar outros problemas, como o entupimento dos bueiros e, consequentemente, alagamentos nas ruas.
Os ecopontos são projetos em parceria público-privada de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos no município.


Endereços dos ecopontos:

  • Japuíba: Rua Prefeito João Galindo (atrás do HMJ)
  • Belém: Rua Vivaldo Vaz
  • Monsuaba: Travessa Professor Francisco Cezário Alvim
  • Frade: Rua Boa Esperança
  • Jacuecanga: Avenida dos Trabalhadores
  • Vila do Abraão (Ilha Grande): Rua do Chalé

Coleta seletiva em domicílio


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Por Joao Pedro 9 de setembro de 2026
Um novo computador quântico educacional começou a formar estudantes, pesquisadores e professores para essa nova era da tecnologia. O Triangulum II, da empresa chinesa SpinQ, desenvolvido em parceria com a empresa de tecnologia Dobslit, está instalado no DigiTech, Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicação da Firjan Senai. O equipamento é um dos três computadores quânticos educacionais existentes no Brasil e o mais moderno do país. O avanço da computação quântica abre perspectivas importantes para setores estratégicos da economia como óleo e gás, energia, telecomunicações, logística, serviços financeiros e tecnologia. Para o sistema Firjan-Senai, a tecnologia interessa à indústria porque pode, no futuro, contribuir para resolver problemas que se tornam difíceis de processar à medida que aumenta o número de variáveis envolvidas. Isso não significa, necessariamente, que computadores quânticos serão mais rápidos que os convencionais em toda e qualquer tarefa. São máquinas projetadas para trabalhar de outra maneira e com determinados tipos de problemas. Computadores tradicionais trabalham com bits, que representam 0 ou 1. Já os computadores quânticos usam qubits, que podem representar 0, 1 e mais combinações desses dois estados ao mesmo tempo. Essa característica, associada a outros fenômenos da física quântica, permite explorar determinadas possibilidades de cálculo de uma forma diferente da computação convencional. Para Firjan-Senai, a questão para a indústria não é substituir os computadores atuais, mas entender em quais problemas a computação quântica poderá oferecer vantagens e como transformar esse potencial em aplicações reais. O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, destaca que o computador quântico tem a capacidade de explorar várias alternativas simultaneamente com mais chances de encontrar soluções de forma mais rápida. “Abre perspectivas para aplicações futuras em diversas áreas, como logística, finanças, farmacêutica, bem como em soberania e segurança nacional”, disse. Caetano acrescenta que a computação quântica está em estágio inicial de adoção, mas em todo o planeta já se vê uma disputa pela formação de profissionais capazes de trabalhar com mais essa tecnologia. “A Firjan-Senai pretende construir uma base de profissionais preparados para atuar em um mercado que está ganhando escala global. O computador será utilizado na formação de estudantes, pesquisadores e profissionais em requalificação”, disse o presidente.

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