Barra Mansa planta 12 ipês-rosa na Beira-Rio, novo ponto turístico da cidade

Douglas baltazar • 2 de novembro de 2025

Ação integra programa de arborização urbana e prepara o entorno para o Monumento da Capivara


 A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Barra Mansa realizou o plantio de 12 ipês-rosa na Avenida Argemiro de Paula Coutinho, na Beira-Rio, neste sábado (1º). A ação aconteceu no trecho onde será instalado nos próximos dias o Monumento da Capivara – novo ponto turístico da cidade. Por se tratar de mudas adultas, as plantas devem florescer já em 2026, tornando o espaço ainda mais bonito e agradável para quem circula pela localidade.

A ação integra o programa de arborização urbana, que vem transformando a paisagem do município. Somando-se aos ipês-rosa e roxo, já são 52 árvores plantadas no último mês ao longo da margem do Rio Paraíba do Sul até a Câmara Municipal.

Além das árvores, o trabalho de embelezamento também contempla canteiros em em diferentes pontos da cidade. Neste sábado, o espaço onde será instalado o monumento da capivara recebeu o plantio de aspargos-pluma e palmeiras-oxitonia, reforçando o compromisso da Prefeitura com a sustentabilidade e o paisagismo urbano. Outras avenidas, como Albo Chiesse e Roosevelt Brasil, também estão sendo contempladas com novas plantas e flores.

O prefeito Luiz Furlani, que acompanha os plantios, destacou o simbolismo da ação. “Esses ipês representam o cuidado com a cidade e com o futuro. Estamos preparando uma Barra Mansa mais bonita, sustentável e acolhedora. Cada árvore plantada é um investimento em qualidade de vida e bem-estar para todos”.

O secretário de Meio Ambiente, Rodrigo Viana, ressaltou a continuidade das ações de arborização. “Nosso objetivo é ampliar cada vez mais as áreas verdes, valorizando os espaços públicos e contribuindo para o equilíbrio ambiental. Esses ipês, que irão florescer no próximo ano, vão colorir a Beira-Rio e deixar um legado duradouro e bonito para a população”, concluiu o secretário.


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Por Joao Pedro 21 de agosto de 2026
As empresas brasileiras passarão a ser obrigadas a identificar e tomar medidas para garantir a saúde mental e a segurança dos trabalhadores. É o que estabelece a Norma Regulamentadora 1 (NR-1). As sanções previstas às empresas que descumprissem a norma passariam a vigorar este mês, mas uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a aplicação de multas outras sanções. A aplicação da NR-1 foi um dos assuntos tratados no seminário Entre a norma e o real: desafios e perspectivas do mundo do trabalho, que ocorre nesta quinta-feira (20) e sexta-feira (21), na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. A NR-1 entrou em vigor em 26 de maio deste ano e passou a abranger os fatores de riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. “A norma obriga as empresas a identificar quais são os riscos para a saúde e a segurança dos trabalhadores e a tomar medidas de controle”, disse à Agência Brasil o auditor-fiscal do Trabalho Airton Marinho, representante da DS-MG/SINAIT, que mediou o debate sobre o assunto. A NR-1 é uma norma de 2022, que teve a aplicação adiada em 2024 e 2025 e entrou em vigor em maio de 2026. Em junho, entretanto, uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu por 90 dias o efeito da norma na parte relacionada aos riscos psicossociais. Esta semana, por unanimidade, o Plenário do STF referendou a decisão do ministro André Mendonça que suspendeu a aplicação de multas e outras sanções ligadas à inclusão de fatores de riscos psicossociais nas regras de gerenciamento de riscos no ambiente de trabalho. Saúde mental Dados da Previdência Social mostram que foram concedidos 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais em 2025, aumento de 15,66% em relação ao ano anterior. Os grupos de diagnósticos mais frequentes em 2025 foram os transtornos ansiosos e os episódios depressivos. Os números não significam, entretanto, que todos os afastamentos tenham sido causados pelo trabalho. Eles ajudam a dimensionar o crescimento do adoecimento mental e reforçam a importância de discutir os fatores presentes na organização e nas condições de trabalho. Airton Marinho informou que, na Europa, onde, teoricamente, as condições de trabalho são melhores do que as brasileiras, 19% dos afastamentos por doença mental são relacionados ao trabalho. “Se a gente colocar esse item aqui, você vai ter uma ideia da dimensão disso no Brasil que, provavelmente, é até maior”, afirmou.

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